Segmentação de Clientes e Segmentação de Mercado

Foto de um muro de pedra de arenito, com seus segmentos de construção e céu azul ao fundo, fazendo referência à possibilidade de segmentação de clientes para mais sucesso nos negócios.

Quando comecei a estudar sobre gestão de contas-chave para criarmos o time de key accounts na RDStation, notei que o conteúdo sobre segmentação da base de clientes se confunde com a segmentação do mercado.

O que se escreveu até aqui sobre segmentação cobre a definição do grupo de prospects que se deseja transformar em clientes, de todo o mercado existente.

Neste texto, resgato algumas classificações que nos ajudam a entender melhor a base de clientes, para o planejamento de estratégias mais assertivas de fidelização e expansão da receita. Continue lendo “Segmentação de Clientes e Segmentação de Mercado”

Métricas de Customer Success: Onboarding

Foto mostra muitas pessoas andando sobre uma ponte em sua inauguração, fazendo referência aos vários possíveis dados, métricas e indicadores que podemos encontrar no caminho para o sucesso dos clientes.

As dicussões sobre métricas de desempenho entre executivos de Customer Success estacionaram. Seja por acompanharmos apenas métricas que não direcionam ações específicas ou por buscarmos implementar um ideal de controle complexo em times em construção.

Métricas que apenas refletem o resultado do trabalho de todo o time, como o MRR (ou a Receita Recorrente Mensal, na sigla em inglês), e o LTV (Receita acumulada média recebida ao longo da parceria cliente e empresa – o Life-Time Value) não nos indicam um caminho para a otimização da operação. Com métricas como estas, podemos compor um retrato dos resultados gerados pela operação no último período, no passado.

Por outro lado, buscar um ideal de controle como um Health Score em times que ainda estão estruturando suas operações – falo das startups em geral – nos leva a revisões sucessivas de critérios e pontuações, tornando o direcionamento ao time ambíguo, interrompido e conflitante em muitos momentos.

A busca por um caminho do meio, a partir de indicadores que direcionam ações de otimização do trabalho do time, nos permite gerenciar a operação de Customer Success com uma comunicação mais assertiva, entregando resultados metrificáveis em menos tempo.

Listo a seguir alguns indicadores possíveis aos times de Customer Success, com foco no Onboarding de clientes, além dos direcionamentos trazidos por cada cálculo. Continue lendo “Métricas de Customer Success: Onboarding”

Onboarding de sucesso, sem obstáculos

Foto sem filtros mostra o caminho até uma roda gigante ao pôr do sol, fazendo referência ao onboarding para uma experiência de sucesso, sem obstáculos.

Ainda que o time de Customer Success tenha construído uma visão bem assertiva sobre o motivo de seus clientes comprarem e utilizarem seus produtos, questões processuais na fase de Onboarding podem estar causando obstáculos à fidelização.

Então resolvi listar alguns aprendizados colhidos ao longo de mais de 10 anos de atuação criando e revisando programas de Onboarding. Começarei comentando três aspectos definitivos para depois trazer recomendações a quem deseja melhorar seus resultados.

Acompanhe a seguir. Continue lendo “Onboarding de sucesso, sem obstáculos”

Cobertura de Base em Customer Success

Foto tirada de baixo para cima, em que se observam os raios de sol penetrando a copa de uma árvore, fazendo referência à cobertura de base pelo time de customer success.

Entre os clientes, sempre existirão aqueles que exigem mais suporte e aqueles que exigem menos, e é natural que o time de Customer Success foque em resolver os problemas dos clientes que demandam mais atenção.

Trabalhar a Cobertura de Base nos ajuda a garantir que estamos atuando de forma proativa com toda a base de clientes.

Neste texto, analiso quando esta estratégia deve ser aplicada e como garantir que o seu time de Customer Success está aplicando-a da maneira correta. Continue lendo “Cobertura de Base em Customer Success”

Customer Success em sua essência

Em um dos pontos mais altos dos Andes peruanos, turistas fotografam o voo rasante de condores andinos, uma das maiores aves do mundo. A imagem faz referência ao retorno à busca por aquilo que os clientes realmente valorizam, mais do que aquilo que nós acreditamos ser de valor.

Em Outubro/24, acompanhei excelentes profissionais compartilhando valiosos insights no SaaS Metrics Palooza ‘24, e trago para cá algumas tendências em métricas das empresas SaaS B2B nestes últimos anos que mostram como a disciplina de Customer Success é tão necessária às empresas neste momento:

– O custo geral de aquisição de receita, tanto para novos quanto para clientes existentes (Blended CAC), aumentou em cerca de 22% quando comparamos 2023 contra 22, ou seja: times de marketing e vendas estão gastando mais para fechar novos clientes ou para expandir contratos existentes;

– O Net Revenue Retention médio (o percentual de receita recorrente anual mantida e suas variações ano a ano, como churn, cross-sell e upsell, ou NRR) vem decrescendo ano a ano, chegando à mediana geral de 101%, e de 110% quando olhamos para empresas SaaS públicas no mundo. Isto, após mirarmos 120% como uma boa meta há alguns anos atrás;

– Já o percentual de crescimento da receita recorrente vinda de clientes existentes vem aumentando ano a ano, saindo de um padrão de 30% para uma mediana de 35%, chegando em alguns casos aos 50% de novas receitas, ou seja, a contribuição da expansão de contratos com clientes existentes vem aumentando, quando comparamos com o aumento total da receita.

Estes números foram extraídos do recente benchmark levantado com cerca de 1000 empresas B2B SaaS mundialmente, pelo time Benchmarkit e trazem algumas percepções sobre o momento atual das empresas de tecnologia: Continue lendo “Customer Success em sua essência”

8 motores em uma Máquina de Sucesso de Clientes

Foto mostra um dos grafites do artista Eduardo Kobra, estampando o rosto do piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna com a estética característica do autor, fazendo referência aos motores da máquina de sucesso de clientes, que no caso do piloto, vão bem além da velocidade em pista.

Vender para novos clientes é mais caro do que vender para clientes atuais. Esta é uma daquelas frases lugar-comum que, ao se procurar por suas bases, se torna difícil continuar repetindo.

Afinal, como mensurar o que é gasto com a prospecção e o que é gasto com a revenda quando falamos por exemplo da criação de conteúdo ou de campanhas publicitárias? Muitas vezes, uma ação de nutrição serve mais para manter o relacionamento com clientes aquecido do que para educar leads.

E se estamos considerando a recorrência como revenda, devemos creditá-la na verdade à primeira negociação, pois o novo cliente contrata um serviço recorrente desde o início. Ou seja, não estamos revendendo quando cobramos novamente dentro do período inicialmente contratado.

A obviedade da frase também desconsidera que revendas, com certa frequência, acontecem com descontos e concessões que precisam ser contabilizadas na comparação entre vender para clientes atuais ou futuros.

Falando especificamente da geração de resultados a partir da base de clientes, um conceito bem conhecido no universo das startups brasileiras é o da máquina de sucesso de clientes, defendida pelo Edson Rigonatti, da Astella Investimentos.

Para garantir que estamos utilizando o potencial máximo de nossa base de clientes, reuni aqui 8 motores com os quais já trabalhei e você também pode adotar em sua máquina de sucesso de clientes. Leia a seguir: Continue lendo “8 motores em uma Máquina de Sucesso de Clientes”

Gestão de Indicadores para Customer Success

Foto do sol sobre a praia no litoral sul, com um céu encoberto pela fumaça das queimadas no Pantanal brasileiro em 2020, fazendo referência a um indicador.

Em meados deste turbulento ano de 2020, o ex-CEO do LinkedIn Jeff Weiner deixou a cadeira. Com sua saída, seu antecessor não menos conhecido Reid Hoffman listou em um post na plataforma social alguns ensinamentos e características que admira em Weiner, dentre estas, sua habilidade em lidar com indicadores. Hoffman diz no texto:

“… [Weiner] construiu um conjunto de dashboards que o mostrava métricas de toda a organização, dando a ele incríveis insights. Por exemplo, com cerca de seis meses como CEO, ele levantou às 5h da manhã para revisar os números e viu algo que não compreendia. Então ele chamou o líder de produto e disse: ‘Há algo errado com seu produto’. O líder de produto surpreso perguntou: ‘Como assim?’ e Jeff respondeu: ‘Há algo errado. Esse número não está coerente com os demais números. E a única maneira disso acontecer é existindo algo de errado com seu produto’. O time de produto investigou e descobriu que a ferramenta de notificação por email não estava disparando notificações; e o erro refletiu naquele número específico que Jeff questionou.”

Complementa Hoffman que:

“O ponto aqui não é microgerenciamento, o que Jeff não faz. Mais que isso, a vantagem dos dashboards era a de prover uma visão compreensiva que todos pudessem ver, arquitetar seus processos de trabalho com aqueles dashboards e desenvolver um tipo de atenção sutil que o permite ver quando um número simplesmente está errado”.

Nesta reta final do ano, momento em que revisamos planos e nos preparamos para um novo ciclo, decidi reunir aqui alguns aprendizados sobre a gestão de indicadores. Espero que ao menos um deles seja útil para você e sua organização em 2021.

Em uma sentença

Bons indicadores para Customer Success (e para todos os demais times) são aqueles que comunicam problemas de forma viável, sem criar um ambiente de insegurança.

Vamos analisar essa frase juntos?

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Segmentação de Clientes para escalar a organização

Em uma marina, vemos barcos e iates, representando uma ideia de segmentação de clientes

Você já conhece seu público-alvo mas ainda percebe oportunidades de ganho quando o assunto é o atendimento a sua base de clientes. Nota que essas oportunidades não poderiam ser aproveitadas, mesmo que a operação fosse melhorada… Estás diante do desafio de priorizar recursos a partir da segmentação de clientes.

Aqui, você encontrará um modelo de indicadores para a segmentação de clientes que visa o máximo resultado para escalar sua organização a partir da gestão correta de seus recursos.

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Onboarding de clientes e adoção como um hábito de uso

Mulher correndo na praia pela manhã. A foto mostra um hábito e faz referência a sua importância na construção de uma estratégia de Onboarding de cliente de sucesso.

Entre tantos textos, podcasts e comentários sobre o Onboarding de clientes com que tive contato este ano, uma comparação chamou minha atenção: a adoção do produto de forma tão rotineira quanto a escovação dos dentes.

Percebi ser esta a hora de trazer ao blog os estudos sobre estratégias de adoção que venho fazendo ao longo dos últimos anos, usando como base este hábito comum a todos nós.

Hábito comum… Será? 

Esta escolha não é à toa. Apesar do uso da escova de dentes parecer trivial, uma pesquisa do IBGE apontou que apenas 53% da população brasileira usava creme dental, escova e fio dental em 2015. A mesma pesquisa ainda apontou que apenas cerca de 46% trocavam de escova em até 3 meses, o que é tido como uma boa prática para a saúde bucal.

Aprofundando um pouco mais minha pesquisa nada acadêmica sobre a escovação dos dentes, encontrei informações sobre:

  • a frequência ideal de escovação;
  • a forma correta de escovar os dentes;
  • a jornada do usuário e seus ciclos;
  • a introdução da escovação na rotina das crianças (alguém lembrou de Onboarding?); e
  • os problemas com o excesso do uso.

Passarei a detalhar cada um destes aspectos a seguir, como forma de discutirmos a criação de uma estratégia de adoção de sucesso, seja para uma escova de dentes ou um software de gestão.

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Comunicação Eficaz – Quem tem boca, faz Roma vir a si

botões de elevador mostrando comunicação não eficaz com duplicidade de informação

Em tempos de Customer Success Management e da enxurrada de novos conceitos trazidos de outras línguas, principalmente do inglês, em nosso meio corporativo, me vi obrigado a defender um aspecto da comunicação característica dos profissionais de tecnologia: o uso constante de palavras e siglas que muitas vezes não trazem qualquer sentido a um ouvinte menos ambientado, mas é eficaz frente a um público experiente.

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Mitos da Gestão do Sucesso de Clientes

foto do interior de uma caverna em Minas Gerais, fazendo alusão à uma possível perspectiva diferente da atual.

Quanto esforço você está disposto a fazer para aprender?

Uma das definições de aprendizado é a mudança do comportamento, ou seja, aprende quem é capaz de aplicar o que foi aprendido em sua rotina, transformando-a.

Este conceito de comportamento pode ser encarado como a repetição de decisões que compõem por fim a nossa rotina.

Em um outro post, trouxe minha visão sobre a tomada de decisão gerencial de cunho mais complexo, mostrando como podemos tomar melhores decisões revisando a nossa percepção sobre o meio que nos cerca.

Neste momento em que a Gestão do Sucesso de Clientes, ou Customer Success Management, ganha tração no Brasil, me vejo diante da oportunidade de contribuir com a construção (e com a desconstrução) de alguns conceitos relacionados ao tema. São eles:

  1. O NPS é um indicador de churn;
  2. O Health Score é um indicador de churn;
  3. Customer Success Management é um time;
  4. Customer Success Management baseia-se em um suporte proativo.

Para explorar cada um destes pontos, quero trazer insights e as fontes e estudos sobre cada um deles, com o intuito de contribuir com o desenvolvimento do mercado de Customer Success Management no Brasil. Vamos nessa?

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A Tomada de Decisão Gerencial pode ser melhorada?

Vista da Pedra do Pontal para as praias do Recreio e da Macumba, mostrando a tomada de decisão e suas influências

Em meu trabalho de conclusão da graduação, explorei alguns aspectos da tomada de decisão complexa por gestores. Na época, as chamei de decisões estratégicas, para diferenciá-las das decisões mais corriqueiras, tático-operacionais, no linguajar corporativo.

Anos depois, assistindo ao novo programa de entrevistas do David Letterman, no Netflix, fomos presenteados com esta lembrança do ex-presidente norteamericano Barack Obama, ao analisar seu atual momento:

– O meu representante em um possível contrato literário me ligou (e disse): os editores estão muito ansiosos. Temos que nos reunir logo. Agora mesmo. Estão muito interessados. Disse Obama.

– Falei: que tal amanhã?

– Não, não, vamos levar duas semanas para marcar… Respondeu o representante literário.

– E eu tive que explicar a ele: onde eu trabalhava, “agora mesmo” significa que se não for em meia hora, alguém morre.

Esta lembrança de seus tempos como presidente nos mostra algumas características do processo decisório estratégico:

  1. Estamos falando de decisões que impactam a vida de muitas pessoas, o que as torna importantes e necessárias; e
  2. Estas decisões encontram-se em um cenário de alta complexidade, dada a quantidade de informações e variáveis a serem analisadas em um curto espaço de tempo.

A partir deste cenário, podemos analisar tanto o trabalho de executivos, como o trabalho de estadistas, assim como podemos analisar qualquer decisão do tipo, seja ela tomada por quem for.

Com isto em mente, busquei mapear o processo decisório e, focando as decisões complexas, fui atrás de alguma orientação para melhores decisões. E esta foi minha conclusão:

Continue lendo “A Tomada de Decisão Gerencial pode ser melhorada?”

Key Account Management em uma empresa SaaS

Morro do Campestre. Formação rochosa de Santa Catarina representando a ação conjunta da natureza e a inter-dependência trazida pelo key account management.

Resultados são obtidos explorando oportunidades, não resolvendo problemas.

Esta potente frase foi utilizada por Peter Drucker para afirmar que, apesar de até hoje nos faltar uma teoria da administração, a prática nos mostra que resultados, leia-se performance econômica e mudança social, são frutos de um esforço orientado às oportunidades de melhoria, mais que à solução de problemas internos.

Esta frase se mostrou particularmente importante ao buscarmos construir um time de contas-chave, ou key accounts, na Resultados Digitais. Lá, saímos de uma estrutura jack-of-all-trades, ou seja, poucos consultores fazendo um pouco de cada função e dominando nenhuma, para uma área composta por times focados em suporte, onboarding, análise de operações e gestão de carteira.

Nesta trajetória, foi se tornando clara a necessidade de considerar certas diferenças entre os clientes para explorarmos oportunidades à empresa. Aqui, trago as considerações que reuni ao longo dos anos em que orientei a criação de um time de Key Account Management em uma empresa SaaS.

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O que é Time to Value (TtV), seu significado para fidelizar seus clientes e como calcular

Imagem das falésias de Santa Catarina, símbolo do valor criado com o tempo para representar o conceito Time to Value (TtV)

Pense na última vez em que contratou um serviço profissional bem feito e provavelmente vai lembrar de como ficou encantado com a experiência oferecida desde o início.

Os melhores profissionais e as organizações que colocam seus clientes em primeiro lugar esforçam-se para trazer uma percepção de valor em cada momento da jornada de consumo.

Não só porque buscam encantar seus clientes, mas também por entenderem que o comprometimento do cliente com o uso do serviço prestado está diretamente relacionado ao seu sentimento de valor do mesmo.

Já ouviu falar em adesão simbólica? A cobrança de um pequeno valor de participação em um evento muitas vezes não serve ao custeamento, mas busca fazer com que os participantes valorizem a sua própria participação.

Entre os profissionais que oferecem consultoria, uma boa prática é trazer dicas rápidas de melhoria já no primeiro encontro, algumas vezes, antes mesmo de fecharem negócio. Isto faz com que o cliente se sinta impulsionado a começar o projeto com empenho, o que por sua vez influencia a probabilidade de sucesso alcançado.

Adaptando aquela célebre frase do poeta romano Ovídio, de que o fim justificaria os meios, quando tratamos de fidelização de clientes, são os inícios quem determinam o fim.

Dada a importância do início de cada projeto para a construção de uma parceria de longo prazo entre empresa e clientes, trouxe para cá alguns insights sobre esta métrica que vem ganhando repercussão entre os profissionais do pós-venda: o Time to Value ou TtV.

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What to learn when you’re a Customer Success Manager

image of a learning corner used by customer success managers in RDStation HQ

As one of the first Customer Success Managers (CSM) in Brazil, I have faced countless challenges along the way, which I guess qualify me to say one or two things about the kind of expertise a person should develop in order to succeed in our line of work.

Recently, I have decided to frame all this expertise to help companies and professionals plan their training programs.

This post brings what I believe to be the knowledge and skills a Customer Success Manager should master to succeed as a professional. And I will segment the expertise into four groups:

  1. The culture of managing customer success and its methods;
  2. The company’s product and how it is correlated to the client’s strategy;
  3. The universe of the solution that is brought by our product, been a financial solution, a productivity one, a social and so on;
  4. Then, we’ll talk about understanding your client’s industry to better support them.

You probably have already noticed that these four groups are complementary. Now, let’s dig into them. Continue lendo “What to learn when you’re a Customer Success Manager”

Panorama da Gestão do Sucesso de Clientes

foto do mar aberto, representando um panorama amplo sobre o assunto customer success management

 

A partir de uma pergunta sobre quando devemos adotar a Gestão do Sucesso de Clientes, decidi listar os fatores que a tornam mais necessária às empresas, além de trazer algumas perspectivas sobre as possibilidades de aplicação desta prática.

Quero comentar aqui fatores como a popularização da internet e a redução de custos trazida por tecnologias digitais, fatores macroeconômicos que, em conjunto com fatores ligados ao modelo de negócios das empresas, como as barreiras de contratação e cancelamento; e a complexidade do produto oferecido ao mercado, nos dão uma visão clara da assertividade da adoção de práticas de Customer Success Management.

A partir desta análise, apresento uma representação gráfica da Gestão do Sucesso de Clientes entre diversos recursos de atendimento e engajamento do cliente. Vamos nessa!

Continue lendo “Panorama da Gestão do Sucesso de Clientes”

Compreensão Empática: a Competência que um Customer Success Manager Precisa Dominar!

garça admirando o oceano de uma pedra, como forma de provocar uma tentativa do leitor compreendê-la de forma empática

Há quatro anos, eu decidi me juntar à Resultados Digitais, dentre outros motivos, para aprender, bem como construir embora não soubesse até então, o que tem sido chamado de Gestão do Sucesso de Clientes (do inglês Customer Success Management, trabalho realizado pelo Customer Success Manager, ou CSM).

Ao longo destes anos, sempre nos questionamos sobre qual deve ser o papel do CSM para que ele traga de seu trabalho o valor esperado.

Note que, para entendermos o valor esperado do CSM, temos de considerar o seu trabalho diário em toda a sua complexidade: a empresa que o emprega espera retenção de clientes e acúmulo de lucro, enquanto seus clientes esperam insights assertivos para a adoção da solução da empresa.

Assim, o CSM irá ser reconhecido como um profissional de sucesso quando:

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